Pessoas remissas à necessidade de um

Autor: Giu Knoxville
Ano: 2008

Pessoas com utilidades, quero muitas, quero todas, pois sempre me fazem sorrir.
Pessoas com combustíveis que me fazem ouvir, o lado certo que dizem ser o trocadilho perfeito da vida afastada de minha alma.
Amigos alheios aos meus problemas, esses dos quais temo em ditar.
Amizades um tanto fogosas aos olhos dos malditos, aqueles bossais, dos quais longe de toda minha fatalidade, eu quero.
Pares mas não azares, intuitos de sentinelas altruístas por natureza insólita, logicamente construída para um conviver gasto nas facilidades das quais me livro.
Traduções mal feitas de línguas jamais escritas, kilogramas de fama tornando-se apenas ilustrações em fanzines suburbanos de artistas consagrados por si mesmos.
Diferenças atribuídas ao mau olhar dos que mal entendem a maldade ilustrada em páginas de 75 gramas.
Orações, indicativos, subjuntivos, imperativos, remissivas, pretéritos, passados, pleonasmos, adjuntos adverbiais de uma nação bastante deflagrada ao qual dizem a respeito de tua própria língua, cabeças intrigantes ao ponto filosófico, erros inimagináveis da força abrupta. Locações, feitios, paradigmas de postagem conjugal defectiva, remissivas ao ódio de quem a detêm. O futuro do gerúndio participativo ao qual indica o imperativo altissonante da cevada que tem levedura transitiva ao fato dos umbigos apontarem para lados inoperantes da ignorância socialista.
Social ao fato de termos castros, intuitos natos retrosternais, opinados hoje a restos de vastos pastos originados. Uivados de jogos aconselhados por úteis positivos de contatos agilizados em gestos afetís.
Porcos contradizendo palavras transcritas em leis ilhadas no sentimento humano. Hostilidade resgatada da veia estourada e untada de glóbulos vasculares jorrados na matina vespertina.
Vezes por vezes, idênticas ao sábio pensamento globalizado das perdas transitivas e pejorativas.
Quero apenas saber o que será das inúmeras tentativas de remoer o gigantesco campo de trevas reviradas, para longe sequer irei. Orgias numeradas por contas fascinadas ainda sofridas e arranhadas por trufas ungidas a mel de governos ultrajantes com podres e relutantes ornamentos constantes. Fico de longe por culpa da corja assassina que me enjoa apenas ao olhar, e tuas frases redundantes, me fazem proliferar o ódio moralizado na história constante.
Dualizando a indicativa que contradiz sob meu sono, toda sua imperfeita vontade de rugir os ásperos momentos de afeição concebidos por tua própria ignorância.
Medos vão além dos petardos de tílias, as quais tu usaste para curar, inigualável ao gesto que me condiz.
Suba agora em seu jirau e faça-me ouvir, porém todos estão aqui, tento parar com essa imensidão de sonhos e destinos mal traçados para poder ir, seguir e construir.
Quero simplesmente ouvir de quem necessito sentir, o calor do sentimento suprido por mim, que tens sim, agora e sempre a vontade que faz falta, voltada tão somente a um.
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