Reflexão de um dia
Autor: Giu Knoxville
Ano: 2009
Um momento de reflexão abstinia por um simples ato falho, uma tentativa vã em se dizer algo.
A parceria de minutos que se tornaria sonora, punctun factus!
O tempo urgia com a escuridão que ressumava o ódio que assim nascia.
Um único movimento rasteiro que assim acendia a chama tola que o cigarro acendia.
Para outrora, vasto e abstrato, seu trago abstnia a vontade que morria, propriamente minha.
A fumaça exalava, as palavras que respaldava em ditar surgiam, jaziam e persuadiam tanto quanto o inseto que por ali zunia.
Pessoas circulavam, pássaros voavam, e a rua continuava fria.
Rimava com o quê? Rimava sim, com o que tu dizias, porém nunca ria.
Trago após trago, o cigarro que acendi, se desfazia em cinzas de cor parecida com o semblante que em tua face eu via, quando as palavras que me dizia de tua boca escorria.
Gosto sempre quando palavras rimam com ia. Ia de partir, coisa que nunca havia semelhança nos atos falhos que de ti partia.
Acabando tu apenas dizias bom meu velho, boa sorte e depois disso apenas me lembro de quem o perseguias, apenas sua sombra o acompanhava nessa fria tarde nativa.
A cidade continuava com toda sua euforia. A última tragada era conduzida com o olhar de quem ali partia.
Mentes falhas, desiguais, pois com isso tudo uma porção de coisas aprendia.
Compreendi que assim devo gritar, e compartilhar com quem devia.
Nada de agir por livre vontade, mas sim deixar uma epístola, mesmo com essa mania de querer ser quem não podia.
Autor: Giu Knoxville
Ano: 2009
Um momento de reflexão abstinia por um simples ato falho, uma tentativa vã em se dizer algo.
A parceria de minutos que se tornaria sonora, punctun factus!
O tempo urgia com a escuridão que ressumava o ódio que assim nascia.
Um único movimento rasteiro que assim acendia a chama tola que o cigarro acendia.
Para outrora, vasto e abstrato, seu trago abstnia a vontade que morria, propriamente minha.
A fumaça exalava, as palavras que respaldava em ditar surgiam, jaziam e persuadiam tanto quanto o inseto que por ali zunia.
Pessoas circulavam, pássaros voavam, e a rua continuava fria.
Rimava com o quê? Rimava sim, com o que tu dizias, porém nunca ria.
Trago após trago, o cigarro que acendi, se desfazia em cinzas de cor parecida com o semblante que em tua face eu via, quando as palavras que me dizia de tua boca escorria.
Gosto sempre quando palavras rimam com ia. Ia de partir, coisa que nunca havia semelhança nos atos falhos que de ti partia.
Acabando tu apenas dizias bom meu velho, boa sorte e depois disso apenas me lembro de quem o perseguias, apenas sua sombra o acompanhava nessa fria tarde nativa.
A cidade continuava com toda sua euforia. A última tragada era conduzida com o olhar de quem ali partia.
Mentes falhas, desiguais, pois com isso tudo uma porção de coisas aprendia.
Compreendi que assim devo gritar, e compartilhar com quem devia.
Nada de agir por livre vontade, mas sim deixar uma epístola, mesmo com essa mania de querer ser quem não podia.

não tenho palavras pra descrever o que senti enquanto lia.
'xD
Off.Pandora